Qualquer pessoa pode clarear seus dentes?
Porque não clarear os dentes antes dos 16 anos de idade?
Quando um clareamento dental está contra-indicado?
Quando escolher um clareamento caseiro, de consultório ou combinado?
Qual a longevidade de um clareamento dental?
Os implantes dentários causam algum tipo de rejeição no organismo?
E se houver insucesso na colocação de um implante, o que fazer?
Qualquer pessoa pode colocar um implante?
A cirurgia para colocação de implantes é longa ou dolorida?
Dente de Leite em adulto é problema?
O dente do siso “não serve pra nada”?
Usar enxaguante bucal diariamente é essencial?
Tomar refrigerantes escurece os dentes?
Antibióticos deixam os dentes amarelados ou fracos?
Bicarbonato clareia os dentes?
Escovas duras limpam melhor os dentes?
Sim. Qualquer pessoa pode ter seus dentes clareados, desde que eles estejam íntegros e sem muitas restaurações. O dentista realizará uma boa avaliação da condição dental do paciente. A partir dos 16 anos de idade uma pessoa pode clarear os dentes.
Pois o volume da câmara pulpar é muito amplo e pode ocorrer hipersensibilidade.
O Clareamento está contra-indicado nos casos de dentes com restaurações muito extensas, pacientes com alergia aos componentes do produto, em gestantes, e mulheres na fase de amamentação.
Não existe uma regra, podemos resolver os casos com a técnica caseira, com a técnica de consultório ou combinada. Devemos avaliar o grau de descoloração, o estilo de vida do paciente, sua disciplina, a rapidez desejada no clareamento.
A longevidade de um clareamento varia muito de um paciente para outro e de seus hábitos alimentares e se é ou não fumante.
Não, os implantes têm sua superfície tratada especialmente para favorecer a formação de osso ao seu redor. O insucesso de um tratamento com implantes se deve a contaminação do local ou do implante durante ou após a cirurgia e, a resposta inadequada de reparação do organismo que por diversos fatores pode formar um tecido de cicatrização ao invés de tecido ósseo ao redor deste implante. Neste caso não dizemos que o implante foi “rejeitado”, apenas o organismo daquele paciente por um motivo específico não respondeu da maneira adequada e esperada, o que não significa que em uma segunda tentativa não dará certo.
Pode acontecer especialmente em áreas de osso pouco denso e que permitam apenas implantes curtos. É sem dúvida um risco do processo. A melhor alternativa é tentar novamente, principalmente se houver osso suficiente, pois o osso após a remoção do implante tende a se tornar um pouco mais denso. O melhor é não ter pressa excessiva para resolver o problema, que é muito desagradável, mas inerente ao procedimento ainda que não ocorra freqüentemente. Normalmente em áreas de maior risco de perda o paciente deve ser convenientemente avisado previamente à cirurgia.
Sim, porém são necessários exames de imagens e laboratoriais para avaliar se o paciente possui a quantidade de osso necessária, se necessita de enxerto ósseo e se sua saúde geral impossibilita ou diminui suas chances de sucesso no tratamento. Existem condições de saúde temporárias ou não que reduzem a chance de sucesso ou tornam a cirurgia arriscada, mas qualquer paciente ciente dos riscos pode se submeter à cirurgia para colocação dos implantes.
De maneira alguma. A anestesia dada é mais simples do que para uma extração de dentes e a cirurgia é extremamente simples e rápida, variando o tempo apenas pela quantidade de implantes e/ou limitações dos pacientes. É importante lembrar que seguir as orientações do dentista em relação aos cuidados pós-operatório é extremamente importante para não haver dor e desconforto neste período.
Verdade! Por ser pequeno não se articula corretamente com os permanentes, podendo acarretar em problemas mastigatórios. A solução? Tirá-lo e substituí-lo por uma prótese, sendo a sobre implante a mais indicada.
Mentira! Se ele nascer em uma posição ideal e em contato correto com os demais, não apresenta riscos a saúde bucal e funcionará como os demais. Só atenção e cuidado porque por estar muito lá no fundo podemos não higienizá-lo com o mesmo cuidado, pela dificuldade de alcançá-lo.
Mentira! Os produtos com alto teor de álcool podem com o uso diário causar o ressecamento da boca e diminuir a sensibilidade das papilas gustativas e os produtos com clorexidina podem amarelar os dentes. O ideal é usá-los de acordo com a indicação do seu dentista.
Verdade! Qualquer alimento que contenha corante pode manchar os dentes. No caso dos refrigerantes em específico, eles possuem ácidos que deixam o dente mais permeável a ação dos corantes.
Mentira! Depois de formados não há como esses medicamentos alterarem a estrutura e a cor dos dentes. Na verdade este “mito” vem da utilização da tetraciclina em crianças que estão com os dentes permanentes em formação e ai sim sofrem alterações de cor pela medicação.
Mentira! Na verdade o jato de bicarbonato ou o bicarbonato contido nas pastas de dentes realiza uma remoção da “sujeira” que está em cima dos dentes dando uma falsa sensação de que o dente clareou. Além disso, o uso indevido e em grande quantidade deste produto altera o ph ideal bucal e quando friccionado sobre os dentes causa riscos no esmalte.
Mentira! As pessoas costumam dizer que as cerdas macias ou extras macias não proporcionam a mesma sensação de limpeza que as duras! NADA DISSO! As cerdas duras junto à força aplicada para realizar a escovação podem além de machucar a gengiva, causar danos ao esmalte e ainda causar a retração da gengiva o que resulta no aumento da sensibilidade dos dentes. PORTANTO: “CERDAS MACIAS OU EXTRAS MACIAS E CABEÇA PEQUENA!”.
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